Faz parte da sua história

O Memorial do Milho surgiu com o intuito de abrigar todo o acervo histórico da Festa Nacional do Milho e de Patos de Minas, contribuindo para a preservação da nossa memória cultural. Acabou se tornando um dos principais pontos turísticos da cidade e centro de pesquisa histórica para escolas e comunidade.

O Acervo conta com mais de 10 mil documentos: réplica em miniatura dos carros alegóricos de 1959 a 1965, jornais, revistas de época, livros, fotos, fitas de vídeo, filmes, slides, vestidos doados pelas candidatas, faixas e coroas das rainhas e princesas, objetos pessoais de famílias de uso na zona rural, troféus, comendas, souvenirs, brindes em miniatura, obras de arte e produtos artesanais.

Parte do acervo fica em exposição permanente e outra parte é apresentada em exposições periódicas, para que toda a população tenha acesso e conheça essa história.

É um prédio com área construída de 1000 metros quadrados em dois pisos. No primeiro piso estão: Sala de Administração e Arquivo, Espaço Marialda Coury, Sala de Reserva Técnica, Espaço Chilon Gonçalves, Sala de Imprensa Patrício Filho e Biblioteca Leão de Formosa.

No segundo piso estão: Espaço Moacyr Vianna de Morais, Espaço José Joaquim de Souza (Juca da Angélica), Espaço Antônio Secundino de São José, Espaço Ordalina Vieira, Galeria das Rainhas, Espaço Romero Queiroz Pereira, Galeria de Presidentes e Espaço Vicente Nepomuceno, Espaço Eurípedes Pacheco (Pai Vaca), Empório Joaquim Fubá e Espaço do Artesanato.

O prédio abriga ainda o trabalho das Marias Artesãs, senhoras da terceira idade que mostram criatividade e habilidade na confecção de produtos artesanais, utilizando palha de milho, capim e fibras de algodão. São mais de 100 produtos diferentes e que integram o Catálogo de Artesanato. É com esse apoio, que conseguem sustentar suas famílias através da renda da comercialização dos produtos. Já chegaram a exportar peças para a o exterior.

FUNDAÇÃO CASA DA CULTURA DO MILHO

Com os objetivos de buscar a sustentabilidade das ações da Casa da Cultura do Milho, o Sindicato dos Produtores Rurais sentiu a necessidade de transformá-la em órgão do terceiro setor: Fundação Casa da Cultura do Milho. A criação da entidade foi aprovada em assembleia realizada no Sindicato, pela primeira diretoria: José Ribeiro de Carvalho (presidente do Conselho Curador), Olympio Borges de Queiroz (presidente do Conselho Deliberativo) e Evaristo José Caixeta (presidente da Diretoria Executiva). Atualmente, a diretoria executiva é presidida por Elhon Cruvinel Borges.

A Fundação Casa da Cultura do Milho foi criada em 12 de maio de 2008. É uma entidade sem fins lucrativos, regida por estatuto e por legislação específica. Tem a finalidade de promoção da cultura e do turismo regional, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico, preservação e conservação do meio ambiente e promoção de desenvolvimento sustentável, incentivo a estudos, pesquisas e desenvolvimento de tecnologias alternativas e produção de informações e conhecimentos técnicos e científicos referentes ao agronegócio.

No ano de 2009, foi declarada entidade de Utilidade Pública Municipal, através da Lei nº 6.127, de 20 de agosto. Em abril de 2010, foi considerada de Utilidade Pública Estadual, através da publicação da Lei n º 18.823, de 27 de abril.